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Chamada dossiê Línguas de Sinais da América Latina

2020-01-06

A América Latina é formada por 20 países onde estão presentes muitas comunidades surdas com suas respectivas línguas de sinais, em diferentes situações sociolinguísticas. Em Ethnologue: Languages of the World (LEWIS, 2018), a América Latina conta com 21 línguas de sinais catalogadas e com algum nível de descrição linguística. Países como Brasil, Colômbia e México apresentam mais de uma língua de sinais. Mas, nem todas as línguas de sinais latino-americanas estão amparadas por lei. Algumas são consideradas línguas em risco e outras consideradas extintas, como a língua de sinais kaapor brasileira.   

Atualmente as comunidades surdas latino-americanas vivenciam conquistas importantes na implementação de políticas linguísticas que caminham rumo à possibilidade de os surdos exercerem sua cidadania a partir da diferença surda. Ressaltamos que os movimentos sociais surdos e a sistematização de pesquisas em torno dessa diferença, em diferentes países, são protagonistas nestas conquistas. Muitas coisas estão acontecendo na América Latina. O conhecimento e as experiências em torno da diferença surda precisam ser registradas e ganhar circulação.

Nesse sentido, o Dossiê Línguas de Sinais da América Latina objetiva dar visibilidade aos resultados de pesquisas sobre a diferença surda no âmbito da América Latina, a partir de diferentes perspectivas disciplinares. Os organizadores convidam a comunidade acadêmica para a submissão de trabalhos cuja temática envolve a descrição de línguas de sinais, educação de surdos, escrita de sinais, tradução e interpretação, acessibilidade, cultura e identidades surdas.

Serão aceitos artigos redigidos em português, inglês e espanhol.

 

 

Lenguas de señas de América Latina

América Latina está formada por 20 países donde están presentes muchas comunidades sordas con sus respectivas lenguas de señas, en diferentes situaciones sociolingüísticas. En Ethnologue: Languages ​​of the World (LEWIS, 2018), América Latina cuenta con 21 lenguas de señas catalogadas y con algún nivel de descripción lingüística. Países como Brasil, Colombia y México presentan más de una lengua de señas. Pero no todas las lenguas de señas latinoamericanas están amparadas por la ley. Algunas son consideradas lenguas en riesgo y otras consideradas extinguidas, como la lengua de señas kaapor brasileña.

Actualmente las comunidades sordas latinoamericanas experimentan conquistas importantes en la implementación de políticas lingüísticas que caminan hacia la posibilidad de que los sordos ejerzan su ciudadanía a partir de la diferencia sorda. Resaltamos que los movimientos sociales sordos y la sistematización de investigaciones en torno a esa diferencia, en diferentes países, son protagonistas en estas conquistas. Muchas cosas están sucediendo en América Latina. El conocimiento y las experiencias en torno a la diferencia sorda necesitan ser registradas y ganar circulación.

En este sentido, el Dossier Lenguas de Señas de América Latina tiene como objetivo dar visibilidad a los resultados de investigaciones sobre la diferencia sorda en el ámbito de América Latina, a partir de diferentes perspectivas disciplinarias. Los organizadores invitan a la comunidad académica para la presentación de trabajos cuya temática implica la descripción de lenguas de señas, educación de sordos, escritura de señas, traducción e interpretación, accesibilidad, cultura e identidades sordas.

Informes escritos serán aceptados en portugués, inglés y español.

 

Organização:

Miroslava Cruz Aldrete (Universidad Autónoma del Estado de Morelos, México)

Carlos Roberto Ludwig (UFT, Brasil)

Bruno Gonçalves Carneiro (UFT, Brasil)

Prazo para submissão: 30 de abril de 2020.

Saiba mais sobre Chamada dossiê Línguas de Sinais da América Latina

Edição Atual

v. 7 n. 5 (2020): Educação Hoje: reflexões críticas

O objetivo deste dossiê é identificar trabalhos no campo educacional, os conflitos ocorridos, suas formas de resolução, formação docente e, a partir dos resultados, iniciar uma aplicação efetiva no cotidiano escolar.

 

 

Organização:
Profa. Dra. Maria Cecília de Souza Minayo (FIOCRUZ)
Profa. Dra. Kyldes Batista Vicente (Unitins)
Prof. Dr. Renan Antônio da Silva (UNIS, UMC e UNESCO)

Fevereiro de 2020.

Publicado: 2020-03-31

Expediente

Apresentação

  • Maria Cecília de Souza Minayo, Kyldes Batista Vicente , Renan Antônio da Silva
    8

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