CONSCIÊNCIA E AMBIÇÃO EM MACBETH E JÚLIO CÉSAR DE SHAKESPEARE: TENSÕES POLÍTICAS E HISTÓRICAS

Autores

Palavras-chave:

Consciência. Ambição. Júlio César. Macbeth.

Resumo

Este artigo apresenta uma análise centrada nos problemas da consciência e ambição, como consequentes, em parte, das tensões políticas das peças Macbeth e Júlio César, de Shakespeare. O problema da consciência está intimamente ligado aos problemas da ambição e ao problema político da peça. Em geral, críticos como Knight (2001), Bradley (1986) e Kott (2003) descrevem a peça Macbeth como a peça da consciência. No entanto, eles tomam essa ideia como um fato dado, sem demonstrar os meandros e nuances da consciência na peça. Tampouco apontam os matizes do termo conscience em Shakespeare. O único estudo que toca essa discussão, mas sem entrar muito nas nuances do problema, é Donald A. Stauffer (1949).

Biografia do Autor

  • Carlos Roberto Ludwig, Instituto Federal do Tocantins

    Doutor em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Docente do Curso de Letras: Libras e do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT).

  • Isnara Peres de Paiva, Universidade Federal do Tocantins

    Graduada e Mestre em Letras pela Universidade Federal do Tocantins, Câmpus de Porto Nacional. Docente do IFTO.

  • Rodrigo Poreli Moura Bueno, Universidade Federal do Tocantins

    Doutor em Filosofia pela Universidade Federal de Santa Catarina. Docente do Curso de História e do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal do Tocantins (UFT).

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Publicado

2020-03-09

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Artigos