EXPERIMENTANDO O ENSINO CRÍTICO NAS AULAS DE LÍNGUA INGLESA: UMA EXPERIÊNCIA NO PIBID

Palavras-chave: docência, língua estrangeira, ensino aprendizagem

Resumo

O presente trabalho trata-se de um relato de experiência de alunos de uma universidade federal que participaram do Programa Institucional de Iniciação a Docência – PIBID na área de Língua Inglesa. Tem como objetivo apresentar, discutir e analisar a aplicação de uma atividade em uma turma do 8° ano do Ensino Fundamental, no Colégio Estadual Jardim Paulista (doravante, CEJAP) localizado em uma região periférica da cidade de Araguaína/TO.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Gabriel Victor Sousa Lima, Universidade Federal do Tocantins

Aluno do curso de Letras da UFT. 

Elisa Borges de Alcântara Alencar, Universidade Federal do Tocantins

Professora Doutora da UFT. 

Mariana Moreira de Moraes, Universidade Federal do Tocantins

Aluna do curso de Letras da UFT. 

Referências

ALENCAR, E. B. D. A. Formação com professores de língua inglesa da rede pública no Tocantins: cenas de letramento crítico. Tese de doutorado. Programa de Pós Graduação em Linguística. Universidade Federal de São Carlos, 2017.

ASSIS-PETERSON, A. A; COX, M.I.P. Inglês em tempos de globalização: para além de bem e mal. Calidoscópio, v.5, n.1, p.5-14,2007.

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Versão final. Brasília: Ministério da Educação, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCCpublicacao.pdf.Acesso em: 19 de junho de 2020.

DELEUZE, G.; GUATTARI, F. Kafka: para uma literatura menor. Tradução e prefácio: Rafael Godinho. Lisboa: Ed. Assírio& Alvim,2003.

DIONÍSIO, A. Gêneros Multimodais e Multiletramento. In: Gêneros Textuais: reflexões e ensino. Rio de Janeiro: Lucerna. 2006.

DUBOC, A. P. M.; FERRAZ, D.M. Letramentos críticos e formação de professores de inglês: currículos e perspectivas em expansão.

FERNANDES, F. A. Crenças, experiências e ações de professores de inglês (LE) de um Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia. Tese De doutorado. Programa de Pós Graduação em Linguística. Universidade Federal de São Carlos, 2017.

FERRAZ, D. M.; FURLAN, C. J. K. Educação Linguística em línguas estrangeiras.

FERREIRA, N. S. C. Formação continuada e gestão da educação. São Paulo: Cortez, 2006

FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paul: Paz e Terra, 2011.

______. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996. (Coleção Leitura).

GIROUX, H. A. Os professores como intelectuais: rumo a uma pedagogia crítica da aprendizagem [Trad. Daniel Bueno]. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997.

LEITE, P. M. C. C. Yes, nós vamos correr para “dominar” a Língua: como a
Língua Inglesa é representada em dois textos da Veja. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de São João Del Rei. 2013.

MENDONÇA, A. Teoria do Alinhamento Construtivo: fundamentos e aplicações. 2014. Disponível em: https://www.academia.edu/17729627/Teoria_do_Alinhamento_Construtivo_-_Fundamentos_e_Aplica%C3%A7%C3%B5es_Andr%C3%A9a_Mendon%C3%A7a. Acesso em 19 de junho de 2020.

PENNYCOOK, A. English and the discourses of colonialismo. London: Routledge, 1998.

RAJAGOPALAN, k. Por uma linguística crítica: linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola Editorial, 2003
SCHLATTER, Margarete; GARCEZ. Pedro. Línguas adicionais na escola: aprendizagens colaborativas em Inglês. Erechim: Edelbra, 2012.

VEIGA, I. P. A. Organização didática da aula: um projeto colaborativo de ação imediata. In: VEIGA, I. P. A (Org.). Aula: gênese, dimensões, princípios e práticas. Campinas: Papirus, 2008.

ZABALZA, M., A. Qualidade em educaç
Publicado
2020-12-15
Seção
Artigos