AÇÕES ‘FORMAIS, ‘NÃO FORMAIS’ E ‘INFORMAIS’ NAS DEPENDÊNCIAS DA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: UM COLETIVO POPULAR EM AÇÃO!

Autores/as

Palabras clave:

Relato de Experiência. Coletivo. Educação Social. Pedagogia Social.

Resumen

Este relato de experiência, fruto de discussões realizadas no bojo do Coletivo de Leituras e Investigações em Pedagogia Social (CLIPS), na Universidade Castelo Branco (UCB), desde o início de 2019, objetiva socializar as ações desenvolvidas neste grupo e que foram, neste trabalho, organizadas por meio da divisão “formal”, “não formal” e “informal”. Com uma abordagem problematizadora, as seguintes ações do CLIPS são apresentadas: encontros presenciais do grupo de estudos, realização do I Seminário Formativo em Pedagogia Social (SEFOPES), uso de algumas técnicas da Pedagogia Freinet e, ainda, a presença das mídias sociais como um espaço de divulgação e de formação dos participantes do Coletivo. Neste contexto, os autores argumentam que esta divisão – entre formal, não formal e informal – foi, apenas, para desconstruir esta compreensão hierarquizante que centraliza alguns espaços em detrimento de outros e que supervaloriza algumas formas de expressão da educação em comparação com outras, como se fossem inferiores.

Biografía del autor/a

  • Marcio Bernardino Sirino, Universidade Castelo Branco (UCB)

    Doutorando em Educação pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ). Professor da Universidade Castelo Branco (UCB).

  • Patricia Flavia Mota, Universidade Castelo Branco (UCB)

    Doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Professora e Coordenadora da Universidade Castelo Branco (UCB). 

  • Angélica Cristina Bezerra, Rede Municipal de Ensino de Volta Redonda/RJ

    Especialista em Pedagogia Social do Século XXI pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Professora da Rede Municipal de Ensino de Volta Redonda/RJ. 

  • Liliane Machado Vieira da Costa, Colégio Pedro II (CPII)

    Mestranda em Ensino de Humanidades e Perspectivas Decoloniais pelo Colégio Pedro II (MPPEB-CPII). Professora da Rede Municipal de Ensino de Nova Iguaçu/RJ. 

  • Cláudio de Oliveira, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

    Graduando em Pedagogia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ/FEBF). Aposentado pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ). 

Referencias

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE 2/2015 do Conselho Nacional de Educação. Diário Oficial da União, Brasília,1 de julho de 2015.

BRASIL. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Resolução CNE/CP 1/2006 do Conselho Nacional de Educação Conselho Pleno. Diário Oficial da União, Brasília, 16 de maio de 2006.

COELHO, Lígia Martha C. da C. História(s) da educação integral. Brasília: Em aberto, v.22, p. 83-96, abr., 2009.

ELIAS, Marisa Del Cioppo. Célestin Freinet: uma pedagogia de atividade cooperativa. Petrópolis/RJ: Vozes, 1997.

FERREIRA, Arthur Vianna. (Org.). Dentro ou fora da sala de aula? O lugar da Pedagogia Social. Curitiba: CRV, 2018.

FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 33. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do oprimido. 50. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.

OTTO, Hans-Uwe. Origens da pedagogia social. In: SOUSA NETO, João Clemente de; SILVA, Roberto da; MOURA, Rogério. (Orgs.). Pedagogia Social. Vol. 1. São Paulo: Expressão e Arte, 2009.

PAIVA, Jacyara Silva de. Caminhos do educador social no Brasil. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2015.

SAMPAIO, Rosa Maria Whitaker Ferreira. Freinet: evolução histórica e atualidades. São Paulo: Scipione, 1989.

Publicado

2022-06-06