COMPOSTAGEM SEGURA NA UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS DE PESCADO COM MARAVALHA DE PINUS E CASCA DE ARROZ

  • Flávia Xavier da Silva Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.
  • Leandro Kanamaru Franco de Lima Embrapa Pesca e Aquicultura
  • Marconis de Lima Bessa Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.
  • André Luis Gonçalves Sena Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.
  • Silmara Sanae Sakamoto Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.
Palavras-chave: adubo, micro-organismo, peixe, Salmonela, temperatura

Resumo

A compostagem pode representar uma excelente alternativa para a gestão de resíduos provenientes do descarte de pescado. É possível estabilizar os componentes poluentes, inativar micro-organismos patogênicos e gerar um produto com características desejáveis para o uso agrícola. Neste estudo, objetivou-se avaliar a compostagem de resíduos de pescado com maravalha de pinus (grupo TM) e casca de arroz (grupo TA) e analisar a eficiência da técnica para a redução e eliminação de micro-organismos patogênicos (Escherichia coli e Salmonella spp.). Foi utilizada uma proporção de três partes de material vegetal seco para uma parte de resíduo de pescado. O estudo foi conduzido por 60 dias com acompanhamento diário das temperaturas no interior das composteiras. Amostras para análises microbiológicas foram retiradas no início
e no final do período de compostagem. Os resultados demonstraram que as maiores temperaturas registradas foram de 48±2,2°C, no grupo TA, e 43±3,3°C, no grupo TM. Não foi encontrada Salmonella spp. em nenhuma das análises realizadas. O processo foi capaz de reduzir a população de E. coli no composto final. Devido a ausência de fase termofílica plena nas fases iniciais da compostagem, o trabalho concluiu que será necessário se utilizar maiores proporções de resíduo de pescado. Por outro lado, a ausência de micro-organismos patogênicos garantiu a segurança do produto final.

Biografia do Autor

Flávia Xavier da Silva, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.

Graduandos do Curso de Bacharelado em Zootecnia, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO

Leandro Kanamaru Franco de Lima, Embrapa Pesca e Aquicultura

Pesquisador em aproveitamento agroindustrial de espécies aquícolas da Embrapa Pesca e Aquicultura

Marconis de Lima Bessa, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.

Graduando do Curso de Bacharelado em Zootecnia, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO

André Luis Gonçalves Sena, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.

Graduando do Curso de Bacharelado em Zootecnia, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO

Silmara Sanae Sakamoto, Faculdade Católica do Tocantins – FACTO, Rodovia TO-050, Loteamento Coqueirinho, Lote 7, CEP: 77000-000 Palmas (TO), Brasil.

Professora do Curso de Zootecnia da Faculdade Católica do Tocantins.

Publicado
2019-05-10
Seção
Artigo científico