Bacillus subtilis E Trichoderma sp. NO INCREMENTO DA BIOMASSA EM PLANTAS DE SOJA, FEIJÃO-CAUPI, MILHO E ARROZ

  • Lillian França Borges Chagas Universidade Federal do Tocantins
  • Albert Lennon Lima Martins Universidade Federal do Tocantins
  • Magno Rodrigues de Carvalho Filho JCO Fertilizantes
  • Luciane de Oliveira Miller JCO Fertilizantes
  • José Cláudio de Oliveira JCO Fertilizantes
  • Aloisio Freitas Chagas Junior Universidade Federal do Tocantins

Resumo

Bactérias e fungos são capazes de promover o crescimento vegetal. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de Bacillus subtilis (UFT BS10) e Trichoderma asperellum (UFT 201), quanto ao incremento de biomassa em plantas de soja, arroz, feijão-caupi e milho em condições de casa de vegetação. Cada cultura foi plantada em vasos utilizando-se solo de área cultivada, caracterizado como Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico. Os tratamentos foram inoculações simples e combinadas de B. subtilis e T. asperellum nas sementes e no solo, mais um tratamento testemunha sem inoculação. A estirpe de Bacillus subtilis foi inoculada nas sementes em quantidade de 200 mL para 50 kg de sementes, em concentração de 1 x 108 UFC mL-1. Trichoderma asperelum UFT 201, cultivado em arroz, foi formulado com concentração mínima de 2 x 108 UFC g-1, sendo utilizada a quantidade referente a 2 kg ha-1 do inoculante, misturado ao solo antes do plantio. As avaliações foram aos 20 e 40 dias após a emergência das plantas (DAE). Para o cultivo da soja aos 20 DAE houve diferença significativa nos três tratamentos para MSPA e apenas efeito do Trichoderma sp. em MSR en MST. Aos 40 DAE todos os tratamentos foram superiores à testemunha. O feijão-caupi apresentou diferença significativa aos 20 DAE nos três tratamentos para MSPA, MSR e MST. Aos 40 DAE todos os tratamentos foram superiores à testemunha. No cultivo do arroz aos 20 DAE houve diferença significativa no tratamento com Trichoderma sp. para MSPA, efeito significativo dos três tratamentos em MSR e MST. Aos 40 DAE todos os tratamentos foram superiores à testemunha. Para o milho houve diferença significativa aos 20 DAE para os tratamentos com B. subtilis e B. subtilis + T. asperellum para MSPA e MST. Aos 40 DAE os três tratamentos diferiram estatisticamente da testemunha.

Biografia do Autor

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Agronomia; Microbiologia; Produção Vegetal

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Biologia; Fitopatologia; Microbiologia

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Agronomia; Microbiologia

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Agronomia; Microbiologia; Controle Biológico

Publicado
2018-03-22
Como Citar
CHAGAS, Lillian França Borges et al. Bacillus subtilis E Trichoderma sp. NO INCREMENTO DA BIOMASSA EM PLANTAS DE SOJA, FEIJÃO-CAUPI, MILHO E ARROZ. AGRI-ENVIRONMENTAL SCIENCES, [S.l.], v. 3, n. 2, p. 10-18, mar. 2018. ISSN 2525-4804. Disponível em: <https://revista.unitins.br/index.php/agri-environmental-sciences/article/view/430>. Acesso em: 14 dec. 2018.
Seção
Artigo científico